A gente se reconhece nas artes.

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Imprensa

A gente se reconhece nas artes

 

A olimpíada de Londres é a primeira a trazer um legado que altera não só o panorama da cidade através de um legado físico, mas também de um legado cultural. – Eric Klug , Vice-diretor do British Council no Brasil

 

O Transform é o programa de cooperação cultural e artística entre o Brasil e o Reino Unido  que acontece entre 2012 e 2016 como parte do legado Olímpico. Ele atua em sete áreas: artes visuais & museus, cinema, dança, economia criativa, literatura, música e teatro. “A olimpíada de Londres foi pioneira em ter um conceito diferente de abrangência, muito maior do que aqueles 15, 20 dias dos jogos olímpicos e paraolímpicos”, explica Eric. Ao longo desses quatro anos foram realizadas dezenas de projetos nessas áreas com impactos relevantes tanto para o Brasil como para o Reino Unido.

 

O legado criativo

O programa conectou produtores, artistas, autoridades e organizações de artes das duas nações em projetos que promoveram capacitação profissional, oportunidades para novos talentos, impacto econômico, transformação social e relações de longo prazo, trazendo benefícios mútuos. Somente no primeiro ano, trabalhamos em oito estados com 25 instituições britânicas e 40 instituições brasileiras, tanto públicas como privadas, através de parcerias de co-criação, apoio e desenvolvimento de projetos, sempre com o objetivo de causar uma mudança social pelas artes. “O Transform surge numa janela de oportunidades entre os jogos de Londres 2012 e os do Rio 2016, e coloca duas das nações mais criativas do mundo, o Reino Unido e o Brasil, para colaborar mais, para conversar mais, para deixar um legado criativo para o futuro’, conta Luiz Coradazzi, Diretor de Artes do British Council no Brasil.

 

Poder transformador

Os principais objetivos do Transform são criar acesso e oportunidades nas artes, lideranças e desenvolvimento, excelência artística, intercâmbio cultural e capacitação das instituições e indivíduos envolvidos nos projetos. Nesse sentido, destacam-se seis áreas de trabalho como legado de transformação, nas quais o British Council pretende continuar atuando mesmo após este ciclo de quatro anos: Música (Liderança e Educação), Museus (Desenvolvimento e Curadoria), Dança e Teatro (Desenvolvimento de Talentos), Filme e Literatura, Economia Criativa e Capacitação e Inclusão e Direitos Humanos nas Artes.  Em cada uma dessas áreas foram promovidas conferências, residências artísticas, workshops, treinamentos e espetáculos em que brasileiros e britânicos trocaram experiências e criaram soluções colaborativas dentro de cada setor.

Ao longo desses quatro anos, muito foi aprendido e compartilhado. Profissionais das artes e da criatividade vivenciaram experiências significativas que não somente enriqueceram como transcenderam as questões inerentes a cada métier, revelando que é possível trabalhar e crescer colaborativamente, de forma justa, acessível e sustentável. Talvez o maior legado do Transform tenha sido justamente comprovar que a arte tem poder transformador inesgotável – do olhar, da sociedade, do ser humano e do mundo.  E que essa transformação vai continuar.

 

Parcerias duradouras

O programa Transform não teria acontecido sem parcerias com organizações que incluem:

Sesc, Museu do Amanha, IDG, Biblioteca Parque Estadual, SESI-SP, Sesc SP, Ses Rio, Sebrae, Rio Criativo, Mam, Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro, Celebra, Rio 2016, Rio 450, HSBC, BNDES, MAR, MIS-SP, AAPA, Porto Digital, Flupp, Casa Azul, Tempo Festival, CCBB, Festival do Rio, Mimo, Bienal de Artes de São Paulo, ICCO, Porto Digital, IBRAM, Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, APPA, Filarmônica de Minas Gerais, OSB, OSESP, Neojiba, ICOM, Museu da Imigração, OI Futuro, FUNARTE, IATEC, Pinacoteca, Fundação Clóvis Salgado, Panorama, Novas Frequências, Multiplicidade, Janela Internacional do Cinema, Janeiro de Grandes Espetáculos, Crescer & Viver, Secretaria de Cultura do Mato Grosso, MinC, Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, UPE, Cidade das Artes, Santa Marcelina Cultura, Projeto Guri, Poisesis, Fábricas de Cultura, Catavento, People’s Palace Project, FIT BH, V&A, Arts Council England, Creative Scotland, Festivals Edinburgh, Museum of London, Southbank Centre, Barbican, Association of British Orchestras, Aurora Orchestra, Scottish Ensemble, Royal Northern Sinfonia, Sage Gateshead, Watershed, Outburst Queer Arts Festival, Roundhouse, Queen Mary’s University London, Zecora Ura, Literacy Trust, Literary Translation Centre, Flipside, National Library, Celtic Connections, Museums Association, Streetwise Opera, Gulbenkian Foundation, Cardboard Citizen, Traverse Theatre, Queen Jesus, entre outros.

 

Conheça mais sobre o Transform, clicando nas áreas de atuação:

Martin Dowle
Diretor British Council Brasil

Eric Klug
Vice-Diretor British Council Brasil

Luiz Coradazzi
Diretor de Artes Brasil

Lucimara Letelier
Diretora Adjunta de Artes Brasil

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